terça-feira, 29 de julho de 2008

Amizade é pra poucos


Um dia a gente cresce. Até esse dia chegar, a gente briga. Eu parei de brigar. Cresci? Ao fazer a pergunta, abro meu Windows Media Player e, ironicamente, a primeira palavra que leio é o nome de uma música da Zélia Duncan: Não. Vou desconsiderar. Não foi sinal divino. Apenas coincidência. Sim, quando a gente quer, elas existem.

Lembrei das brigas horríveis, de chorar mesmo, entre Polliana e eu. E nos amamos tanto. O distanciamento da Marilena por motivo, pra mim, tão insignificante. Depois, a Iris. Enfim, pessoas que eu sempre quis muito bem e que sempre me desejaram da mesma forma. De uma hora para outra, deixaram de freqüentar ocasiões proporcionadas por amigos em comum pelo constrangimento de me encontrarem. Graças a Deus, passou. Passou com as três.

Já que blog é diário - o meu é -, vou fazer de conta que estou escrevendo só pra mim. Com a Polliana, avalio que a relação está totalmente amadurecida e quero crer que não caíremos nos mesmos pecados.

Outras análises são prematuras.

domingo, 27 de julho de 2008

A saudade é uma rosa


Quando não estou pensando em escrever no blog, tenho várias idéias de textos para ele. Quando faço login, todas somem. Aline Leonardo não sabe, mas ela me inspira muito. Os textos na Caneca da Nina, com os quais me identifico bastante, e as belas fotografias do álbum no Orkut... Acabo de ver uma imagem dela em Londres. Fui arremessado à Europa e, ao mesmo tempo, ao medo que tenho de sair daqui.
Andrea Régis está em Zurique. Polliana, uma de minhas melhores amigas, também morou na Europa. E voltou. Acaba de regressar a Goiânia. Ana Lúcia, minha prima, e Léo, irmão dela, estão na Espanha. Tiago, meu primo, na Itália. Sheila, filha da tia Maria, em Portugal. Se eu listar, preencherei várias laudas com nomes de amigos próximos e parentes que partiram do Brasil para estudar ou trabalhar fora. E voltaram, de alguma forma, superiores. Não por terem residido na Europa, mas por terem passado por várias experiências que aqui não teriam enfrentado.
Agora é a vez de Cristina e Reale. São bastante corajosos. Não são aventureiros. Voltarão ainda melhores. Melhores pessoal, acadêmica e profissionalmente. Estudar no país natal já é um privilégio do qual a maioria de nós, do universo dos blogs, pudemos desfrutar. Estudar na Europa, na África, na América do Norte ou na Oceania é missão para pessoas de coragem, iluminadas. O medo é natural. A luz está na coragem de enfrentá-lo. Não temer o novo - esperado e inesperado - é magnífico e reservado a poucos.
Gostaria de também ter o desapego de, a qualquer momento, me mudar para onde o vento soprasse, mesmo que fosse para ali, Brasília, por exemplo. Não, não. Rio de Janeiro! Invejo – sentido positivo, hein – Andrea, Polliana, Léo, Aninha, Sheila, Aline, Cristina e Reale.
São dignos da minha admiração. E, de certa forma, o mundo é mesmo cíclico. Polli já está aqui há cerca de um mês. Daqui a pouco a Andrea – para quem está na Europa, considero São Paulo “aqui”. Léo e Aninha sempre vêm. O tempo vai passar rapidinho e, não tenho dúvida, logo estarei abraçando novamente – tal como ontem, um dia tão agradável – Cristina e Reale. E, em vez de repetir “vão com Deus”, a frase será outra. "Sejam bem-vindos".
Mesmo assim, de lá, ouvirão muitos “welcomes”. Ao mundo novo do Velho Mundo. Ao frio dinamarquês. Ao verão europeu. Aos finais de semana nos parques, nos museus, nas praias, nas pontes, nos lagos, nas montanhas e outros pontos turísticos mais desejados.
Saudade não é apenas uma palavra com significado somente em português. É um sentimento doloroso se não for bem trabalhado. O peito pode apertar. E vai. Os olhos podem lacrimejar. E vão. O sono pode esvair. E já está, né, Cris e Reale?! Mas tolice seria não agarrar a oportunidade e enfrentar o novo por medo de passar por situações das quais ainda não temos domínio. Ele logo virá.
Por fim, luck – porque toda sorte é boa. Em breve – que sejam dois ou cinco anos –, vocês receberão muitas boas-vindas. Dessa vez, em português. E não será o de Portugal.

sábado, 26 de julho de 2008

A gente trabalha o ano inteiro


A Felicidade

Composição: Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes


Tristeza não tem fim

Felicidade sim

A felicidade é como a gota

De orvalho numa pétala de flor

Brilha tranqüila

Depois de leve oscila

E cai como uma lágrima de amor

A felicidade do pobre parece

A grande ilusão do carnaval

A gente trabalha o ano inteiro

Por um momento de sonho

Pra fazer a fantasia

De rei ou de pirata ou jardineira e tudo se acabar na quarta feira

Tristeza não tem fim

Felicidade sim

A felicidade é como a pluma

Que o vento vai levando pelo ar

Voa tão leve

Mas tem a vida breve

Precisa que haja vento sem parar

A minha felicidade está sonhando

Nos olhos da minha namorada

É como esta noite

Passando, passando

Em busca da madrugada

Falem baixo, por favor

Pra que ela acorde alegre como o dia

Oferecendo beijos de amor

Tristeza não tem fim

Felicidade sim

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Quando um certo alguém


Não quero assustar nem povoar meu pensamento de ilusão contornada de esperança. Vejo, porém, muitas afinidades. Sei que não precisava acentuá-las, mas era só para certificar de que estamos no caminho certo. Sei que, da sua parte, não há pretensões. Tratemo-nos como se da minha também não houvesse. Deixou de haver. Prometo não avançar o sinal para não ter de visualizar a faixa "Pare". O objetivo inicial, espero que você tenha essa clareza, era só alguém para me fazer bem mesmo despretensiosamente. Conversar. Ironizar. Comentar. Recomendar. Perguntar. Rir. Um dia confidenciar. Quem sabe... E olha que você entrou nessa sem saber que tinha missão. No final, apenas do primeiro de infindáveis capítulos, a certeza de agradabilidade mútua. Grato por aliviar a minha tensão, mesmo sem querer (das duas partes). Aguardei muito por esse momento. E aguardo - sem muitas expectativas, que é para ser ainda melhor - os próximos.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Diga ao povo que mudo


Não vou ser diabético, hipertenso, depressivo, estressado, ranzinza... Aos poucos, mudo meus hábitos. Uma hora diária de caminhada e corrida, ciclismo e eliption foi o primeiro passo. Perdi peso e extravaso nos exercícios a ansiedade acumulada ao longo do dia e culminada com as previsões para o seguinte. Agora, parto para a dieta. O objetivo final não é emagrecer. Menos dois quilos e eu estou no ponto. Pesei hoje e o marcador apontou 78. Com várias enfermidades crônicas no histórico das famílias Castro e Camargo, achei melhor ficar esperto com a alimentação já aos 23 anos. Quase julguei tarde, mas quero crer que haja tempo. E há! Nunca foi tão gostoso almoçar salada. Adoçar limonada com adoçante não mata. Suco de laranja sem açúcar - sempre me recusei a beber - é uma delícia. Sanduíche natural de frango com ricota é melhor do que Wopper (que é sempre acompanhado de refrigerante à vontade). Sinto que açúcar realmente é dispensável e outras coisinhas mais. Deus, dá-me força para permanecer neste propósito. Amém.

sábado, 19 de julho de 2008

Não deixe Madonna morrer


Já tinha esquecido o quanto é bom sair para dançar. E que sexta é o melhor dia das feiras.
Não deixe Madonna acabar.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Leitura segmentada


Há uma nova e boa safra de revistas (paulistas) destinadas aos leitores gays. Moda, cultura, comportamento, turismo, esporte - sim, gay também pratica! -, entrevistas, perfis... Espécies de Marie Claire para homens que gostam de homens e mulheres que gostam de mulheres. Aime, DOM e Junior merecem destaque. A elas, vida longa. A Iguais, no mesmo estilo, lançada há uns dois anos, não passou do primeiro número. Uma pena! Algum jornalista empreendedor precisa despertar para esse segmento de publicações em Goiânia e abocanhar este filão por aqui também.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Febre


É definitivo. Não sei mesmo me relacionar. Antes, me sentia incapaz para namorar. Agora, o diagnóstico: até para manter amizades.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Ensaio sobre o desrespeito


Andrea tem razão. E mais. Não agüento – permitam-me a repetição – mais o desrespeito com que tratam jornalista em Goiânia. Vou falar daqui porque é a minha realidade, mas, certamente, não deve diferir muito em outras periferias do Brasil. É jornalista que destrata jornalista. É empresário que desrespeita jornalista. É fonte que desconsidera jornalista. É contratante que acha que jornalismo pode ser feito por qualquer um.
Vamos aos fatos. Semana passada uma grande amiga me recomendou um free-lancer. Não era nada grandioso, mas também não era um biquinho. Era o lançamento da nova sede de uma respeitada empresa de consultoria em recursos humanos. Liguei para a responsável – leia-se: a dona! -, falamos do trabalho e tal e fiquei de encaminhar em seguida orçamentos de espaços pagos onde ela gostaria de veicular também. Apurei que cada palestra dela custa 3 mil reais.
Ela só esqueceu – esqueceu, né?! – de perguntar quanto valeria o meu trabalho. Como não sou bobo nem nada, antes de orçar, enviei para o endereço eletrônico dela o valor do meu serviço. Era terça-feira. O evento ocorreria – deve ter ocorrido – na terça seguinte. Pouco tempo. Demanda mediana. Contato é contato. Mailing é mailing. Profissionalismo é profissionalismo. Respeito é respeito. E jacaré é um bicho.
Quarta-feira. Nem sinal de fumaça.
Quinta-feira, 17 horas, liguei para ela. Afinal, não perderia um trabalho desses por falta de insistência, né?!
“Oi, João. Até o final do dia eu vou te ligar para a gente negociar”.
“Ok”.
No dia seguinte, me liga a secretária da dita cuja para confirmar o recebimento do convite para a inauguração. Eu disse ter recebido. Até a mim não chegou. Bem como a contratante (?!) não deu a menor satisfação, não respondeu o e-mail, não mandou torpedo, não ligou, não mandou recado.
Não cobrei caro. Não cobrei barato. Estipulei o valor certo. Cobrei um preço que – como manda a lei do mercado – daria uma margem para baixar uns 200 reais no orçamento. Lembrei da Andrea na hora. Recentemente, ela se queixou comigo que jornalista goiano de redação não responde e-mail de assessor de imprensa. É fato. Eu, na condição de repórter, passei a dar feedback aos quilos de material recebidos a partir desta queixa.
Ah, e Andrea reclamou disso porque eu havia reclamado que me aconteceu o mesmo em outro episódio. Envio orçamento para contratante, ligo, deixo recado e fico na chapada. Quem dera fosse na dos Guimarães ou na dos Veadeiros. Mas é na chapada em caixa baixa mesmo.
Pô, galera, uma faculdade de jornalismo dura no mínimo quatro anos. É o mesmo tempo que estou no mercado profissional. E não me importa o tempo. Cada trabalho tem seu preço. O que importa são os resultados. Empresário goiano – tem colega jornalista que faz igual – acha que nós somos o quê? Nos oferecem merreca, abaixo das tabelas sindicais – que, convenhamos, já são subumanas -, pressionam horrores, geralmente demoram para pagar e por aí vai.
Queiram me desculpar, mas jamais me desvalorizei e não vai ser agora que vou fazer isso. Seria um auto-desrespeito e um desrespeito com a categoria. Por que essas coisas continuam acontecendo? Porque há quem pegue trabalhos por preços bem inferiores do que valem. Que permutam seu suor por produtinhos de grife.
Eu quero ter a minha grana para comprar a minha roupa onde eu quiser. Seja na Feira Hippie, na Osklen, na Daslu, na Daspu ou na Dosgay. É demais querer receber em dinheiro? É demais querer receber pelo meu trabalho? É demais querer resposta ao passar um orçamento? É demais clicar, sem custos, em “responder o e-mail”? É demais? É?
Olha, para trabalhar em troca de comida eu não precisaria ter saído da casa do meu pai, me sacrificar para cursar quatro anos de curso superior – pago minha faculdade, financiada, até o segundo semestre de 2013 -, fazer cursos, investir em línguas estrangeiras, assistir os lançamentos no cinema, ler tantos livros obrigatórios – o faria somente pelo prazer, então -, andar na moda (hahahahaha)...
Goiânia, em muitos segmentos, ainda me deprime.

domingo, 13 de julho de 2008

sábado, 12 de julho de 2008

sexta-feira, 11 de julho de 2008

quinta-feira, 10 de julho de 2008

quarta-feira, 9 de julho de 2008

terça-feira, 8 de julho de 2008

segunda-feira, 7 de julho de 2008

domingo, 6 de julho de 2008

Para começar bem a semana madrugue no domingo



Tomara que começar a semana às 5h45 (para quem a terminou à 1h29 do mesmo dia) seja, no mínimo, promissor e garantia de que levantarei cedo todos os dias. Tomara que a parte chata (esperar minha tia quase duas horas) não se repita. Porque ninguém gosta de esperar.

sábado, 5 de julho de 2008

Sobe e desce


Eu, que me achava moderninho e liberal, ainda me espanto com alguns avanços (?).
+Podem pirar, mas ontem, no show da Elza Soares, tive um susto quando vi um casal de mãos dadas. Só porque eram dois homens.
-Mais tarde - 12 horas exaustivas - choquei ao encontrar um amigo (muito) drogado. Logo eu que acho tudo tão normal por fazer muitas coisas que a sociedade não acha nada comum.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Beba-me


Elza Soares a partir das 21 horas no Teatro Rio Vermelho. É pra lá que eu vou. Imperdível!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Vai lá


Das 19 às 19h40, Elza Soares estará na Saraiva Mega Store, no Flamboyant, para noite de autógrafos e fotografias.
Dicas
  • Nada de dizer: 'Nossa, Elza, você não parece ter a idade que tem!'
  • Esqueça que ela foi casada com o Garrincha.
  • Esqueça que ela é casada. Segredo: com um DJ.
  • Nada de perguntar sobre o filho que morreu. Ela tem oito vivos. Mesmo assim, atenha-se a falar sobre a carreira dela.
  • Ao menos na presença dela, Caetano é seu deus.
  • ...

terça-feira, 1 de julho de 2008

Novo, porém desconfortável


Hoje andei em um dos 250 ônibus novos que estão circulando em Goiânia desde sexta-feira. Não senti vantagens quanto ao conforto. Perdem para os laranjinhas. Os bancos da nova frota são de plástico duro, aos contrário dos assentos dos veículos semi-novos, que são macios.

sábado, 21 de junho de 2008

Diga ao povo que volto


Aos poucos vou retornando à vida.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

E aí, blog?




- Posso ajudar?



- Não, obrigado. Tava só olhando.

domingo, 4 de maio de 2008

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Duas ou três boas recomendações


O Café Brazuca, no Centro de Goiânia, quase no cruzamento da Avenida Anhangüera com a Tocantins. É administrado pela Loreda, uma publicitária de muito bom gosto. Trata-se de um café muito charmoso num dos pontos mais movimentados da capital.


A Cervejaria Goiás - ex-Cervejaria Brasil -, também no Centro, na Avenida Araguaia com a esquina da Rua 4 (ou 20). O som é legal. O ambiente é legal. O público é legal. As comidinhas são saborosas. Não seria por menos. Acho que é administrada pelo Ângelo, chef-músico.


"Pois meu amor tem um pouquinho disso tudo..."

Aproveito também para recomendar Maria Bethânia & Omara Portuondo.


Goiânia tem bons programas sim! Digo mais: ótimos. Ficar em casa também é muito proveitoso se você souber escolher o que ler, ouvir e assistir.

domingo, 20 de abril de 2008

João Gilberto


Uma multidão com armas e gritos pode levar anos para fazer uma revolução. Um gênio, décadas para ser reconhecido. João Gilberto precisou apenas de sua voz, sua batida de violão e da canção ‘Chega de saudade’ para mudar o curso da música brasileira e fincar seu nome na história. Como bem observou o jornalista Mario Sérgio Conti em um artigo sobre o artista, “no cinqüentenário da bossa nova, é preciso voltar a João Gilberto”. E é isso que o Banco Itaú faz em sua homenagem aos 50 anos do movimento, promovendo o retorno de João Gilberto aos palcos brasileiros após quase uma década de ausência. O público será contemplado com uma série de quatro apresentações: dias 14 e 15 de agosto, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo; dia 24 de agosto, no Theatro Municipal carioca; e dia 05 de setembro, no Teatro Castro Alves, em Salvador.

sábado, 19 de abril de 2008

Saramago prepara novo romance para o final do ano


O escritor português José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura 1998, prepara um romance para o final deste ano intitulado "A viagem de um elefante", anunciou em uma entrevista publicada neste sábado pela revista portuguesa Sol."O livro não está muito adiantado. Está na metade. Espero concluí-lo neste verão e publicá-lo no outono" (hemisfério norte), declarou ao Sol, sem dar detalhes a respeito do assunto deste novo livro.José Saramago, 85 anos, que vive na ilha de Lanzarote, no arquipélago espanhol das Canárias, esteve hospitalizado no final do ano passado devido a uma insuficiência respiratória.O autor de romances clássicos como "O ano da morte de Ricardo Reis", "O Evangelho segundo Jesus Cristo" e "A jangada de pedra", vive em Lanzarote desde 1993 com sua esposa, a jornalista Pilar del Río.Na quarta-feira é aguardado em Lisboa para inaugurar a exposição "José Saramago: a consciência dos sonhos."

Fonte: Diário do Grande ABC

terça-feira, 15 de abril de 2008

Saúde


Voltei a viver ao voltar a caminhar e pedalar.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Promessa de início de ano


Voltei para a academia. Agora é para sempre. Ao menos até eu comprar uma esteira, bicicleta ou cama de jump.

domingo, 13 de abril de 2008

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Imediatamente transformados suspeitos


Imune às tragédias que a imprensa explora à exaustão, até ontem não havia me ligado para as possibilidades dos pais da Isabella serem inocentes e não terem jogado-a do prédio, como sugerem 24 horas por dia jornalistas e delegado. Até que almoço com a Lourdes e ela se encarrega de me atentar que podemos - ou não - estar diante de mais um caso Escola Base.


Por meio do blog novo do Fred e da Aline (Outra Linha), descubro o Querido Leitor, outro ótimo blog da Rosana Hermann. Em um tópico, ela disponibiliza a entrevista em MP3 que o Guilherme Fiuza deu à Rádio Band News.



Ocorreu algo semelhante com o jornalista Guilherme Fiuza (Meu nome não é Johnny) há 18 anos, quando, como conseqüência de um tropeço, seu filho foi acidentalmente atirado do 8º andar. Em poucos minutos, dois policiais já impediam a sua saída de casa e a mídia tentava promover o mesmo estardalhaço que estamos vendo agora.
A entrevista que ele deu à Band News é uma verdadeira aula de jornalismo que deve ser dada a estudantes e profissionais.

Ele relata a situação em seu blog: http://www.guilhermefiuza.com.br/?p=20#comments.



A entrevista pode ser ouvida neste link: http://www.bandnewsfm.com.br/conteudo.asp?ID=78136.



"Nós éramos um casal feliz que vivia bem com o seu filho".



"Há uma completa ignorância da opinião pública sobre a vida daquelas pessoas".



"Quem é que vai pagar esse dano moral quando as Olimpíadas entrarem em cena?"



"A maior certeza que eu tenho é que eu não sei o que aconteceu. E as pessoas têm de ter esta humildade".



"A busca pela verdade, pela informação, é sagrada, mas tem de acontecer de forma responsável".
"A opinião pública é covarde. A opinião pública não sente dor".
"Opinião pública não tem CNPJ. Não tem endereço".
"Qual seria a saída? Um código de imprensa? Um código nada! Esse é um valor de berço que o repórter tem de ter. É o sentimento de cada um. Não é um código de imprensa nem nada".
"A gente acha que é culpado e joga no microondas. Queima vivo".

terça-feira, 8 de abril de 2008

Viver tá me deixando louco


Goiânia, 7 de abril de 2008.

Adentrei o ônibus da HP que faz a linha 169 por volta das 12h25 do dia 6 de abril do corrente ano, domingo, no ponto na Avenida Assis Chateaubriand que fica ao lado da Rua 15, no Setor Oeste. O meu destino final era o primeiro ponto da Praça Cívica. Ao inserir o sitpass na máquina, constatei que o bilhete estava sem saldo. Informei ao motorista que tinha cinco reais e não poderia passar da parada informada. Ele disse que no caminho teria algum vendedor. Continuei ao lado dele, na parte da frente do ônibus. Às 12h31 ele começou a circundar a Praça Cívica. Eu havia avisado com antecedência onde precisava descer e reafirmei. No entanto, ele não parou o veículo, pois alegou não poder cobrar a passagem. Disse que só me liberaria onde tivesse um vendedor. Eu ressaltei que não poderia passar daquele ponto. O motorista me informou – desnecessariamente, já que, apesar de não concordar, conheço – que era norma da empresa e que me levaria até o ponto final para provar. Uns cinco pontos depois, na Avenida Goiás, abaixo da Avenida Anhangüera (quase em frente à Igreja Universal do Reino de Deus), aparece um vendedor, que cobra a passagem, e eu consigo descer, depois de muita discussão, tempo perdido, ameaça de ser mantido preso no ônibus até o ponto final e, conseqüentemente, muito desgaste. Liguei no 190 dentro do ônibus e fui orientado a procurar o 1º Distrito Policial. Como a ocorrência seria contra uma pessoa jurídica – no caso, a HP – o delegado não a registrou, mas recomendou que eu entrasse com uma ação por perda e danos morais. Afinal, fui mantido preso – com o dinheiro em mãos – até muito depois do ponto onde precisava descer. Perdi, com isso, vários minutos, além de ter passado pelo constrangimento de ser assistido por todos os usuários daquele ônibus e de ser ameaçado de “ter de ir até o ponto final para conhecer a norma da HP”.
Placa: KNG7917
Veículo: 2561
Chassi: 9BM3840731B260711

segunda-feira, 7 de abril de 2008

sábado, 5 de abril de 2008

O mar lava a alma mesmo






Jamais vi meus pais tão alegres quanto nas fotografias que tiraram na primeira visita ao mar, em janeiro, em Porto Seguro.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Metalingüística


Por que os jornais não trazem em suas edições notícias sobre jornais e jornalistas? Enfim, por que a imprensa não discute a imprensa? Por que a imprensa não pauta a imprensa? Certamente, o leitor, o ouvinte, o telespectador e o internauta têm curiosidade para saber sobre nós, feitores do jornalismo, e sobre as empresas onde trabalhamos.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Sem hipocrisia


Meus amigos fumam maconha. São profissionais bem sucedidos. Estudam. Cursam especializações, mestrados. Dão aula. Falam inglês fluentemente. Têm aula de francês e até mandarim. Muitos não bebem. Fumam maconha. A vida sentimental é estável. Transam sem neuroses. Se relacionam amigavelmente com os pais. Vão se casar. Ter filhos. Voltar à Europa. Passam férias no Centro-Sul. Outros escolhem o Nordeste. Alguns viajam duas vezes por ano à Amazônia. Dirigem. No final de semana, curtem cachoeira em Pirenópolis ou Alto Paraíso. Praticam mergulho. Trocam de carro de dois em dois anos. Quando querem assistir O Fantasma da Ópera, passam o final de semana em São Paulo. Quando querem assistir ao show da Rita Lee, vão a Brasília e depois jantam no Gilberto Salomão. Viajam a trabalho ao Rio de Janeiro e almoçam no Porcão. Afinal, se hospedam na Barra da Tijuca. No Carnaval, ficam em dúvida se voltam ao Rio ou se aceitam o convite do Expresso 2222 para fazerem parte da folia em Salvador. Na Semana Santa, partem em retirada para Fernando de Noronha. Querem tranqüilidade. Participam de congresso em Porto Alegre. No retorno, passam por Vitória para conferir o novo show da Erasure. Depois, comem no Sub Way. Na segunda-feira, à tarde, tocam a vida normalmente em Goiânia e ignoram que Goiás é - talvez perca para Tocantins e outros do Norte - o estado mais provinciano do Brasil.

segunda-feira, 31 de março de 2008

José Maria, tchau



Há um certo gesto de virilidade que merece desconfiança, quer se trate da sua própria, quer da virilidade de outros (...)
É só como mentirosos que [os machões] se tornam verdadeiramente sádicos, agentes de repressão.
Essa mentira, porém, não é outra coisa senão homossexualidade recalcada a se apresentar sob a única forma aprovada: a heterossexual.
Theodor Adorno
...
Sempre que pode, o conservador José Maria e Silva escreve asneiras sobre a homossexualidade. Em artigo na atual edição do Jornal Opção (Ditadura Gay - Um crime finalmente confessado), o qual revela estar deixando após 15 anos, novamente despeja afirmações sem sentido sobre a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo. Novamente porque ele adora difamar o movimento gay. Talvez Freud, ou até mesmo Adoro, expliquem.



"Ao lon­go dos anos, se­cre­tá­rios e mi­nis­tros de sa­ú­de, bem co­mo mé­di­cos, en­fer­mei­ras, psi­có­lo­gos e ou­tros pro­fis­si­o­nais da área, não re­lu­tam em frau­dar a ci­ên­cia — re­pi­to: frau­dar a ci­ên­cia — pa­ra pro­te­ger os gays de uma ver­da­de que é in­con­tes­tá­vel: eles sem­pre fo­ram e nun­ca dei­xa­ram de ser um gru­po de ris­co pa­ra a dis­se­mi­na­ção da Aids. So­bre­tu­do, quan­do têm um com­por­ta­men­to pro­mís­cuo". José Maria, o termo que cabe aí é "somente". Jamais "sobretudo".



"Lo­go, é pra­ti­ca­men­te im­pos­sí­vel que to­da es­sa gen­te es­tu­da­da — com mes­tra­do, dou­to­ra­do e pós-dou­to­ra­do em sa­ú­de até no ex­te­ri­or — não sou­bes­se que a Aids vi­nha cres­cen­do en­tre os gays du­ran­te to­dos es­ses anos". José Maria, toda essa gente estudada - com mestrado, doutorado e pós-doutorado em saúde até no exterior - é formada por gays também. E, certamente, gays que se cuidam e não consideram o fator homossexual como de risco. Porque, por si só, não o é.



"Tam­bém era im­pos­sí­vel que es­sa gen­te di­plo­ma­da não des­con­fi­as­se que os ho­mos­se­xu­ais nun­ca re­pre­sen­ta­ram en­tre 15 e 20 por cen­to da po­pu­la­ção — co­mo o mo­vi­men­to gay afir­ma, sem­pre que quer jus­ti­fi­car o fi­nan­cia­men­to pú­bli­co de su­as pa­ra­das". José Maria, sinceramente, o percentual deve superar - e muito - a casa dos 20 por cento. Então, realmente é válido desconfiar dos que dizem que os gays representam apenas entre 15 e 20 por cento da população.



"Es­ses da­dos só ago­ra re­ve­la­dos (ape­sar de co­nhe­ci­dos, não te­nho dú­vi­da), mos­tram que as au­to­ri­da­des sa­ni­tá­rias men­ti­ram pa­ra a po­pu­la­ção ao lon­go de to­dos es­ses anos em que inun­da­ram ca­sas e es­co­las com por­no­gra­fia dis­far­ça­da de pre­ven­ção, com a co­ni­vên­cia da im­pren­sa". José Maria, não entendi. O que é pornografia disfarçada de prevenção? Você se refere aos preservativos? Se for, de fato, você não fala coisa com coisa. Considerar camisinha ou material informativo sobre prevenção como pornografia é viajar na falta de noção.



"De­pois de tan­ta la­va­gem ce­re­bral em fa­vor dos gays, nem mes­mo es­ses da­dos gri­tan­tes se­rão su­fi­ci­en­tes pa­ra que as pes­so­as per­ce­bam que os gays con­ti­nuam sen­do (e nun­ca dei­xa­ram de ser) gru­po de ris­co". José Maria, minha mãe, que tem quase 50 anos, estudou apenas até a segunda etapa do ensino fundamental e mora na zona rural no interior, é mais esclarecida sobre homossexualidade do que você, que é mestre e mora na capital, centro da informação. Grupo de risco é quem pratica sexo sem se cuidar. Aí independe se é homem com homem, mulher com mulher, homem com mulher ou mulher com homem.



"Pro­va dis­so é que, mes­mo di­an­te des­ses da­dos que mos­tram que as cam­pa­nhas cal­ca­das na ca­mi­si­nha fra­cas­sa­ram com­ple­ta­men­te, o Mi­nis­té­rio da Sa­ú­de vai con­ti­nu­ar in­ves­tin­do na por­no­grá­fi­ca cam­pa­nha do pre­ser­va­ti­vo". José Maria, para você, o que é pornografia? Nunca vi nada obsceno em campanha anti-Aids.



"Há cer­ca de dez anos (creio que em 1999), eu que não sou es­ta­tís­ti­co nem au­to­ri­da­de sa­ni­tá­ria, ten­do por ba­se as pró­pri­as in­for­ma­ções do Mi­nis­té­rio da Sa­ú­de, es­cre­vi um ar­ti­go em que du­vi­da­va da efi­cá­cia das cam­pa­nhas de pre­ven­ção à Aids cen­tra­das na ca­mi­si­nhas e afir­ma­va já no tí­tu­lo do re­fe­ri­do ar­ti­go: “O pro­ble­ma da Aids é mo­ral, sim”". José Maria, é nítido que você não é estatístico nem autoridade sanitária.



"Só que es­se pla­no de es­ta­bi­li­za­ção do HIV com­por­ta um sé­rio pro­ble­ma — o es­pe­cu­la­dor do se­xo, co­mo o das bol­sas, gos­ta de cor­rer ris­cos. E o pra­zer, seu ca­pi­tal vo­lú­vel, não se in­ti­mi­da em des­tru­ir fa­mí­lias, en­gra­vi­dar me­ni­nas e dis­se­mi­nar a Aids”". José Maria, ao menos aqui você foi sensato. E, talvez sem querer, assumiu que o risco de se contrair HIV não é exclusivo nem predominante entre os homossexuais. Não são somente os gays que transam. Não são apenas os gays que contraem o vírus.



José Maria, tchau.


Certa vez me perguntaram, num grupo de estudos conservador, que prova eu tinha de que a homossexualidade é muito mais uma orientação do que uma escolha, e fui obrigado a responder com muita sensibilidade: a minha vida.
Andrew Sullivan



Afirmo desde o início: “Não tenham medo!”. Essa é a mesma exortação que ressoou no início do meu ministério na Sé de São Pedro...
Do que não devemos ter medo?
Não devemos ter medo da verdade sobre nós mesmos.
Papa João Paulo II

sexta-feira, 28 de março de 2008

?!



Por que gosto?
Porque gosto!

terça-feira, 25 de março de 2008

Oh, vaquinha


O guia:
Uma vaca estava do outro lado da barragem. Uma equipe foi tentar laçá-la, ela pulou na água, as turbinas estavam ligadas e ela atravessou a barragem como se fosse um tobogã.

Joãozinho:
Ela morreu?

quarta-feira, 19 de março de 2008

Ser infeliz, sim, é que deveria ser pecado


Tô na minha fase Martha Medeiros. Descobri a escritora e publicitária gaúcha no Rio de Janeiro, ao ler a edição de revéillon do Globo. Amei. Não à toa. Ser feliz não é pecado é o título da primeira crônica à qual tive acesso. Num dos próximos tópicos pretendo explanar o que penso acerca da matéria. Agora, lendo Non-Stop, Crônicas do Cotidiano, percebo-me ainda mais encantado com o trabalho dela. Comecei a marcar os textos que têm a ver com a minha vida ou que podem ser aplicados nela em situações próximas e previstas. Quando dei por mim, tinha marcado quase todos os capítulos. Não a conheço ainda como poeta. Mas pretendo - e olha que não sou chegado no gênero - comprar também as obras poéticas dela.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Escolhe, pois, a vida


Quando deixarem de achar que depressão é frescura o índice de suicídios começará a declinar.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Djavan


Em show único na Atlanta Music Hall nesta sexta-feira, o músico apresenta as faixas do novo álbum, Matizes, e lembra clássicas de seu repertório como Oceano e Eu Te Devoro.


Em mais de trinta anos de carreira, Djavan consolidou um caminho próprio como compositor – misturando jazz, samba e blues com letras românticas sem muito sentido – e conquistou uma legião de fãs. Dominado por canções inéditas, o repertório do novo disco chega a Goiânia depois de ser exibido no Rio, em São Paulo, Belo Horizonte e nas capitais do Sul. Amanhã e domingo ele se apresenta em Brasília. No show, Djavan traz novidades como Delírio dos Mortais, samba de exaltação ao Rio, onde mora desde 1973. Não faltam, é claro, Oceano e Eu Te Devoro, que ele apresenta na companhia dos filhos Max Viana (guitarra e voz) e João Viana (bateria), integrantes da superbanda que se completa com Sérgio Carvalho (baixo e voz), Renato Fonseca (teclados e voz), Marcelo Martins (saxofones), François Lima (trombone e voz) e Walmir Gil (trompete e voz).

quinta-feira, 13 de março de 2008

Que venha abril

O promoter Fábio Brasil não pára. Depois de Nando Reis, nem bem arrematou o show de Danni Carlos – sábado, no Teatro Rio Vermelho – e já anuncia, para abril, duas novas agendas imperdíveis. No dia 24, Ney Matogrosso, com o show Inclassificáveis, e, no dia 26, uma reedição do clássico Rock Palace, que rolava nos anos 80, com a Blitz de Evandro Mesquita. No Jaó. (Coluna Circulando, O Popular, Patrícia Drummond)

quarta-feira, 12 de março de 2008

AlFa e Diário da Manhã

Se a AlFa soubesse o conceito que o Diário da Manhã tem em relação aos profissionais formados por ela, não publicaria anúncio hoje de um quarto de página parabenizando o veículo pelos 28 anos.
No mundo moderno, a informação pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso. Mais do que o aprendizado convencional, estar por dentro das atualidades mundiais, nacionais e regionais amplia as chances dos futuros profissionais no mercado de trabalho e forma cidadãos. O Diário da Manhã, há 28 anos é uma fonte inesgotável de boa informação, todo dia é uma aula de conhecimento.
Parabéns, Diário da Manhã!
Faculdades Alves Faria

À leitora Adriana (hehe):


MERCADO POPULAR



Jazz e instrumental


Dentro do projeto Mercado Jazz Popular, uma trupe de músicos de peso sobe no palco do Mercado Popular da Rua 74, hoje, a partir das 19h30. A seleção musical de clássicos do blues e expoentes do jazz contemporâneo será interpretada por Fausto Noleto (sax), Nonato Mendes (baixo), Willian Cândido (teclado) e Guilherme Santana (bateria). Rua 74, Centro. Entrada franca. (O Popular)

segunda-feira, 10 de março de 2008

Samurai


Tô cansado de esperar - e ouvir - que dê tudo certo no final. Quero, a partir de agora, que dê tudo certo no início também. Bem como no meio.

domingo, 9 de março de 2008

Coisa demais pra ação de menos


Acho que só jornalista se preocupa com nomenclaturas e siglas certinhas. Ádila, a melhor professora do curso (?) teórico de dormição, digo, de condução, escorregou federal, digo, estadual na aula sobre meio ambiente. Para ela, Delegacia Estadual do Meio Ambiente é o Dema. Para mim, é menininha. Para ela, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos é Sema. Para mim, é Semarh. Para ela, a Agência Municipal de Meio Ambiente é Semma-Amma. Para mim, é apenas Amma. Fala de órgãos estaduais que regem a área, mas esquece-se da Agência Goiana de Meio Ambiente (Agma). Deve ser porque esta vai ser engolida pela reforma administração do governo estadual. Passa da hora. Há, por exemplo, Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seagro), Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) e Agência Rural. Na crise do leite, quando explodiram as denúncias de adição de soda cáustica e água oxigenada, a imprensa não sabia a quem ouvir.

Sai da frente


O álcool vai baixar, mas o feijão vai subir ainda mais. Deixamos de produzir grãos para transformar o estado num grande canavial. As GOs viraram um inferno com caminhões carregados até a tampa de cana-de-açúcar e a velocidades incontroláveis. Vide os acidentes.

Exemplar


As Centrais Elétricas de Goiás (Celg) derrubam árvores para fincar postes de energia elétrica na zona rural. Não há outro meio, Celg, de levar luz à fazenda sem desmatar?