
terça-feira, 29 de julho de 2008
Amizade é pra poucos

domingo, 27 de julho de 2008
A saudade é uma rosa
Quando não estou pensando em escrever no blog, tenho várias idéias de textos para ele. Quando faço login, todas somem. Aline Leonardo não sabe, mas ela me inspira muito. Os textos na Caneca da Nina, com os quais me identifico bastante, e as belas fotografias do álbum no Orkut... Acabo de ver uma imagem dela em Londres. Fui arremessado à Europa e, ao mesmo tempo, ao medo que tenho de sair daqui.
Andrea Régis está em Zurique. Polliana, uma de minhas melhores amigas, também morou na Europa. E voltou. Acaba de regressar a Goiânia. Ana Lúcia, minha prima, e Léo, irmão dela, estão na Espanha. Tiago, meu primo, na Itália. Sheila, filha da tia Maria, em Portugal. Se eu listar, preencherei várias laudas com nomes de amigos próximos e parentes que partiram do Brasil para estudar ou trabalhar fora. E voltaram, de alguma forma, superiores. Não por terem residido na Europa, mas por terem passado por várias experiências que aqui não teriam enfrentado.
Agora é a vez de Cristina e Reale. São bastante corajosos. Não são aventureiros. Voltarão ainda melhores. Melhores pessoal, acadêmica e profissionalmente. Estudar no país natal já é um privilégio do qual a maioria de nós, do universo dos blogs, pudemos desfrutar. Estudar na Europa, na África, na América do Norte ou na Oceania é missão para pessoas de coragem, iluminadas. O medo é natural. A luz está na coragem de enfrentá-lo. Não temer o novo - esperado e inesperado - é magnífico e reservado a poucos.
Gostaria de também ter o desapego de, a qualquer momento, me mudar para onde o vento soprasse, mesmo que fosse para ali, Brasília, por exemplo. Não, não. Rio de Janeiro! Invejo – sentido positivo, hein – Andrea, Polliana, Léo, Aninha, Sheila, Aline, Cristina e Reale.
São dignos da minha admiração. E, de certa forma, o mundo é mesmo cíclico. Polli já está aqui há cerca de um mês. Daqui a pouco a Andrea – para quem está na Europa, considero São Paulo “aqui”. Léo e Aninha sempre vêm. O tempo vai passar rapidinho e, não tenho dúvida, logo estarei abraçando novamente – tal como ontem, um dia tão agradável – Cristina e Reale. E, em vez de repetir “vão com Deus”, a frase será outra. "Sejam bem-vindos".
Mesmo assim, de lá, ouvirão muitos “welcomes”. Ao mundo novo do Velho Mundo. Ao frio dinamarquês. Ao verão europeu. Aos finais de semana nos parques, nos museus, nas praias, nas pontes, nos lagos, nas montanhas e outros pontos turísticos mais desejados.
Saudade não é apenas uma palavra com significado somente em português. É um sentimento doloroso se não for bem trabalhado. O peito pode apertar. E vai. Os olhos podem lacrimejar. E vão. O sono pode esvair. E já está, né, Cris e Reale?! Mas tolice seria não agarrar a oportunidade e enfrentar o novo por medo de passar por situações das quais ainda não temos domínio. Ele logo virá.
Por fim, luck – porque toda sorte é boa. Em breve – que sejam dois ou cinco anos –, vocês receberão muitas boas-vindas. Dessa vez, em português. E não será o de Portugal.
sábado, 26 de julho de 2008
A gente trabalha o ano inteiro

Composição: Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes
Tristeza não tem fim
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Quando um certo alguém

quarta-feira, 23 de julho de 2008
Diga ao povo que mudo

sábado, 19 de julho de 2008
Não deixe Madonna morrer
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Leitura segmentada

quinta-feira, 17 de julho de 2008
Febre
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Ensaio sobre o desrespeito

Vamos aos fatos. Semana passada uma grande amiga me recomendou um free-lancer. Não era nada grandioso, mas também não era um biquinho. Era o lançamento da nova sede de uma respeitada empresa de consultoria em recursos humanos. Liguei para a responsável – leia-se: a dona! -, falamos do trabalho e tal e fiquei de encaminhar em seguida orçamentos de espaços pagos onde ela gostaria de veicular também. Apurei que cada palestra dela custa 3 mil reais.
Ela só esqueceu – esqueceu, né?! – de perguntar quanto valeria o meu trabalho. Como não sou bobo nem nada, antes de orçar, enviei para o endereço eletrônico dela o valor do meu serviço. Era terça-feira. O evento ocorreria – deve ter ocorrido – na terça seguinte. Pouco tempo. Demanda mediana. Contato é contato. Mailing é mailing. Profissionalismo é profissionalismo. Respeito é respeito. E jacaré é um bicho.
Quarta-feira. Nem sinal de fumaça.
Quinta-feira, 17 horas, liguei para ela. Afinal, não perderia um trabalho desses por falta de insistência, né?!
“Oi, João. Até o final do dia eu vou te ligar para a gente negociar”.
“Ok”.
No dia seguinte, me liga a secretária da dita cuja para confirmar o recebimento do convite para a inauguração. Eu disse ter recebido. Até a mim não chegou. Bem como a contratante (?!) não deu a menor satisfação, não respondeu o e-mail, não mandou torpedo, não ligou, não mandou recado.
Não cobrei caro. Não cobrei barato. Estipulei o valor certo. Cobrei um preço que – como manda a lei do mercado – daria uma margem para baixar uns 200 reais no orçamento. Lembrei da Andrea na hora. Recentemente, ela se queixou comigo que jornalista goiano de redação não responde e-mail de assessor de imprensa. É fato. Eu, na condição de repórter, passei a dar feedback aos quilos de material recebidos a partir desta queixa.
Ah, e Andrea reclamou disso porque eu havia reclamado que me aconteceu o mesmo em outro episódio. Envio orçamento para contratante, ligo, deixo recado e fico na chapada. Quem dera fosse na dos Guimarães ou na dos Veadeiros. Mas é na chapada em caixa baixa mesmo.
Pô, galera, uma faculdade de jornalismo dura no mínimo quatro anos. É o mesmo tempo que estou no mercado profissional. E não me importa o tempo. Cada trabalho tem seu preço. O que importa são os resultados. Empresário goiano – tem colega jornalista que faz igual – acha que nós somos o quê? Nos oferecem merreca, abaixo das tabelas sindicais – que, convenhamos, já são subumanas -, pressionam horrores, geralmente demoram para pagar e por aí vai.
Queiram me desculpar, mas jamais me desvalorizei e não vai ser agora que vou fazer isso. Seria um auto-desrespeito e um desrespeito com a categoria. Por que essas coisas continuam acontecendo? Porque há quem pegue trabalhos por preços bem inferiores do que valem. Que permutam seu suor por produtinhos de grife.
Eu quero ter a minha grana para comprar a minha roupa onde eu quiser. Seja na Feira Hippie, na Osklen, na Daslu, na Daspu ou na Dosgay. É demais querer receber em dinheiro? É demais querer receber pelo meu trabalho? É demais querer resposta ao passar um orçamento? É demais clicar, sem custos, em “responder o e-mail”? É demais? É?
Olha, para trabalhar em troca de comida eu não precisaria ter saído da casa do meu pai, me sacrificar para cursar quatro anos de curso superior – pago minha faculdade, financiada, até o segundo semestre de 2013 -, fazer cursos, investir em línguas estrangeiras, assistir os lançamentos no cinema, ler tantos livros obrigatórios – o faria somente pelo prazer, então -, andar na moda (hahahahaha)...
Goiânia, em muitos segmentos, ainda me deprime.
domingo, 13 de julho de 2008
sábado, 12 de julho de 2008
sexta-feira, 11 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
Para começar bem a semana madrugue no domingo
Tomara que começar a semana às 5h45 (para quem a terminou à 1h29 do mesmo dia) seja, no mínimo, promissor e garantia de que levantarei cedo todos os dias. Tomara que a parte chata (esperar minha tia quase duas horas) não se repita. Porque ninguém gosta de esperar.
sábado, 5 de julho de 2008
Sobe e desce

sexta-feira, 4 de julho de 2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Vai lá

- Nada de dizer: 'Nossa, Elza, você não parece ter a idade que tem!'
- Esqueça que ela foi casada com o Garrincha.
- Esqueça que ela é casada. Segredo: com um DJ.
- Nada de perguntar sobre o filho que morreu. Ela tem oito vivos. Mesmo assim, atenha-se a falar sobre a carreira dela.
- Ao menos na presença dela, Caetano é seu deus.
- ...
terça-feira, 1 de julho de 2008
Novo, porém desconfortável
sábado, 21 de junho de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
domingo, 4 de maio de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Duas ou três boas recomendações

domingo, 20 de abril de 2008
João Gilberto
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Uma multidão com armas e gritos pode levar anos para fazer uma revolução. Um gênio, décadas para ser reconhecido. João Gilberto precisou apenas de sua voz, sua batida de violão e da canção ‘Chega de saudade’ para mudar o curso da música brasileira e fincar seu nome na história. Como bem observou o jornalista Mario Sérgio Conti em um artigo sobre o artista, “no cinqüentenário da bossa nova, é preciso voltar a João Gilberto”. E é isso que o Banco Itaú faz em sua homenagem aos 50 anos do movimento, promovendo o retorno de João Gilberto aos palcos brasileiros após quase uma década de ausência. O público será contemplado com uma série de quatro apresentações: dias 14 e 15 de agosto, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo; dia 24 de agosto, no Theatro Municipal carioca; e dia 05 de setembro, no Teatro Castro Alves, em Salvador.
sábado, 19 de abril de 2008
Saramago prepara novo romance para o final do ano

terça-feira, 15 de abril de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Promessa de início de ano
domingo, 13 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Imediatamente transformados suspeitos

Imune às tragédias que a imprensa explora à exaustão, até ontem não havia me ligado para as possibilidades dos pais da Isabella serem inocentes e não terem jogado-a do prédio, como sugerem 24 horas por dia jornalistas e delegado. Até que almoço com a Lourdes e ela se encarrega de me atentar que podemos - ou não - estar diante de mais um caso Escola Base.
Por meio do blog novo do Fred e da Aline (Outra Linha), descubro o Querido Leitor, outro ótimo blog da Rosana Hermann. Em um tópico, ela disponibiliza a entrevista em MP3 que o Guilherme Fiuza deu à Rádio Band News.
Ocorreu algo semelhante com o jornalista Guilherme Fiuza (Meu nome não é Johnny) há 18 anos, quando, como conseqüência de um tropeço, seu filho foi acidentalmente atirado do 8º andar. Em poucos minutos, dois policiais já impediam a sua saída de casa e a mídia tentava promover o mesmo estardalhaço que estamos vendo agora.
A entrevista que ele deu à Band News é uma verdadeira aula de jornalismo que deve ser dada a estudantes e profissionais.
Ele relata a situação em seu blog: http://www.guilhermefiuza.com.br/?p=20#comments.
A entrevista pode ser ouvida neste link: http://www.bandnewsfm.com.br/conteudo.asp?ID=78136.
"Nós éramos um casal feliz que vivia bem com o seu filho".
"Há uma completa ignorância da opinião pública sobre a vida daquelas pessoas".
"Quem é que vai pagar esse dano moral quando as Olimpíadas entrarem em cena?"
"A maior certeza que eu tenho é que eu não sei o que aconteceu. E as pessoas têm de ter esta humildade".
"A busca pela verdade, pela informação, é sagrada, mas tem de acontecer de forma responsável".
terça-feira, 8 de abril de 2008
Viver tá me deixando louco

Goiânia, 7 de abril de 2008.
Adentrei o ônibus da HP que faz a linha 169 por volta das 12h25 do dia 6 de abril do corrente ano, domingo, no ponto na Avenida Assis Chateaubriand que fica ao lado da Rua 15, no Setor Oeste. O meu destino final era o primeiro ponto da Praça Cívica. Ao inserir o sitpass na máquina, constatei que o bilhete estava sem saldo. Informei ao motorista que tinha cinco reais e não poderia passar da parada informada. Ele disse que no caminho teria algum vendedor. Continuei ao lado dele, na parte da frente do ônibus. Às 12h31 ele começou a circundar a Praça Cívica. Eu havia avisado com antecedência onde precisava descer e reafirmei. No entanto, ele não parou o veículo, pois alegou não poder cobrar a passagem. Disse que só me liberaria onde tivesse um vendedor. Eu ressaltei que não poderia passar daquele ponto. O motorista me informou – desnecessariamente, já que, apesar de não concordar, conheço – que era norma da empresa e que me levaria até o ponto final para provar. Uns cinco pontos depois, na Avenida Goiás, abaixo da Avenida Anhangüera (quase em frente à Igreja Universal do Reino de Deus), aparece um vendedor, que cobra a passagem, e eu consigo descer, depois de muita discussão, tempo perdido, ameaça de ser mantido preso no ônibus até o ponto final e, conseqüentemente, muito desgaste. Liguei no 190 dentro do ônibus e fui orientado a procurar o 1º Distrito Policial. Como a ocorrência seria contra uma pessoa jurídica – no caso, a HP – o delegado não a registrou, mas recomendou que eu entrasse com uma ação por perda e danos morais. Afinal, fui mantido preso – com o dinheiro em mãos – até muito depois do ponto onde precisava descer. Perdi, com isso, vários minutos, além de ter passado pelo constrangimento de ser assistido por todos os usuários daquele ônibus e de ser ameaçado de “ter de ir até o ponto final para conhecer a norma da HP”.
Placa: KNG7917
Veículo: 2561
Chassi: 9BM3840731B260711
segunda-feira, 7 de abril de 2008
sábado, 5 de abril de 2008
O mar lava a alma mesmo
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Metalingüística

quarta-feira, 2 de abril de 2008
Sem hipocrisia

segunda-feira, 31 de março de 2008
José Maria, tchau

Há um certo gesto de virilidade que merece desconfiança, quer se trate da sua própria, quer da virilidade de outros (...)
É só como mentirosos que [os machões] se tornam verdadeiramente sádicos, agentes de repressão.
Essa mentira, porém, não é outra coisa senão homossexualidade recalcada a se apresentar sob a única forma aprovada: a heterossexual.
Theodor Adorno
"Ao longo dos anos, secretários e ministros de saúde, bem como médicos, enfermeiras, psicólogos e outros profissionais da área, não relutam em fraudar a ciência — repito: fraudar a ciência — para proteger os gays de uma verdade que é incontestável: eles sempre foram e nunca deixaram de ser um grupo de risco para a disseminação da Aids. Sobretudo, quando têm um comportamento promíscuo". José Maria, o termo que cabe aí é "somente". Jamais "sobretudo".
"Logo, é praticamente impossível que toda essa gente estudada — com mestrado, doutorado e pós-doutorado em saúde até no exterior — não soubesse que a Aids vinha crescendo entre os gays durante todos esses anos". José Maria, toda essa gente estudada - com mestrado, doutorado e pós-doutorado em saúde até no exterior - é formada por gays também. E, certamente, gays que se cuidam e não consideram o fator homossexual como de risco. Porque, por si só, não o é.
"Também era impossível que essa gente diplomada não desconfiasse que os homossexuais nunca representaram entre 15 e 20 por cento da população — como o movimento gay afirma, sempre que quer justificar o financiamento público de suas paradas". José Maria, sinceramente, o percentual deve superar - e muito - a casa dos 20 por cento. Então, realmente é válido desconfiar dos que dizem que os gays representam apenas entre 15 e 20 por cento da população.
"Esses dados só agora revelados (apesar de conhecidos, não tenho dúvida), mostram que as autoridades sanitárias mentiram para a população ao longo de todos esses anos em que inundaram casas e escolas com pornografia disfarçada de prevenção, com a conivência da imprensa". José Maria, não entendi. O que é pornografia disfarçada de prevenção? Você se refere aos preservativos? Se for, de fato, você não fala coisa com coisa. Considerar camisinha ou material informativo sobre prevenção como pornografia é viajar na falta de noção.
"Depois de tanta lavagem cerebral em favor dos gays, nem mesmo esses dados gritantes serão suficientes para que as pessoas percebam que os gays continuam sendo (e nunca deixaram de ser) grupo de risco". José Maria, minha mãe, que tem quase 50 anos, estudou apenas até a segunda etapa do ensino fundamental e mora na zona rural no interior, é mais esclarecida sobre homossexualidade do que você, que é mestre e mora na capital, centro da informação. Grupo de risco é quem pratica sexo sem se cuidar. Aí independe se é homem com homem, mulher com mulher, homem com mulher ou mulher com homem.
"Prova disso é que, mesmo diante desses dados que mostram que as campanhas calcadas na camisinha fracassaram completamente, o Ministério da Saúde vai continuar investindo na pornográfica campanha do preservativo". José Maria, para você, o que é pornografia? Nunca vi nada obsceno em campanha anti-Aids.
"Há cerca de dez anos (creio que em 1999), eu que não sou estatístico nem autoridade sanitária, tendo por base as próprias informações do Ministério da Saúde, escrevi um artigo em que duvidava da eficácia das campanhas de prevenção à Aids centradas na camisinhas e afirmava já no título do referido artigo: “O problema da Aids é moral, sim”". José Maria, é nítido que você não é estatístico nem autoridade sanitária.
"Só que esse plano de estabilização do HIV comporta um sério problema — o especulador do sexo, como o das bolsas, gosta de correr riscos. E o prazer, seu capital volúvel, não se intimida em destruir famílias, engravidar meninas e disseminar a Aids”". José Maria, ao menos aqui você foi sensato. E, talvez sem querer, assumiu que o risco de se contrair HIV não é exclusivo nem predominante entre os homossexuais. Não são somente os gays que transam. Não são apenas os gays que contraem o vírus.
José Maria, tchau.
Certa vez me perguntaram, num grupo de estudos conservador, que prova eu tinha de que a homossexualidade é muito mais uma orientação do que uma escolha, e fui obrigado a responder com muita sensibilidade: a minha vida.
Andrew Sullivan
Afirmo desde o início: “Não tenham medo!”. Essa é a mesma exortação que ressoou no início do meu ministério na Sé de São Pedro...
Do que não devemos ter medo?
Não devemos ter medo da verdade sobre nós mesmos.
Papa João Paulo II
sexta-feira, 28 de março de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
Oh, vaquinha
quarta-feira, 19 de março de 2008
Ser infeliz, sim, é que deveria ser pecado

segunda-feira, 17 de março de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
Djavan

quinta-feira, 13 de março de 2008
Que venha abril
quarta-feira, 12 de março de 2008
AlFa e Diário da Manhã
No mundo moderno, a informação pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso. Mais do que o aprendizado convencional, estar por dentro das atualidades mundiais, nacionais e regionais amplia as chances dos futuros profissionais no mercado de trabalho e forma cidadãos. O Diário da Manhã, há 28 anos é uma fonte inesgotável de boa informação, todo dia é uma aula de conhecimento.Parabéns, Diário da Manhã!Faculdades Alves Faria

Jazz e instrumental
Dentro do projeto Mercado Jazz Popular, uma trupe de músicos de peso sobe no palco do Mercado Popular da Rua 74, hoje, a partir das 19h30. A seleção musical de clássicos do blues e expoentes do jazz contemporâneo será interpretada por Fausto Noleto (sax), Nonato Mendes (baixo), Willian Cândido (teclado) e Guilherme Santana (bateria). Rua 74, Centro. Entrada franca. (O Popular)
segunda-feira, 10 de março de 2008
Samurai
domingo, 9 de março de 2008
Coisa demais pra ação de menos

Acho que só jornalista se preocupa com nomenclaturas e siglas certinhas. Ádila, a melhor professora do curso (?) teórico de dormição, digo, de condução, escorregou federal, digo, estadual na aula sobre meio ambiente. Para ela, Delegacia Estadual do Meio Ambiente é o Dema. Para mim, é menininha. Para ela, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos é Sema. Para mim, é Semarh. Para ela, a Agência Municipal de Meio Ambiente é Semma-Amma. Para mim, é apenas Amma. Fala de órgãos estaduais que regem a área, mas esquece-se da Agência Goiana de Meio Ambiente (Agma). Deve ser porque esta vai ser engolida pela reforma administração do governo estadual. Passa da hora. Há, por exemplo, Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seagro), Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) e Agência Rural. Na crise do leite, quando explodiram as denúncias de adição de soda cáustica e água oxigenada, a imprensa não sabia a quem ouvir.





















